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A Luz que Aparece no Silêncio – Reflexão para o 13 de Maio

13 de maio. Um dia que carrega em si o símbolo da aparição.
Naquela tarde, em meio à simplicidade de uma colina chamada Cova da Iria,
surgiu algo maior do que os olhos podiam ver.
Uma presença. Um chamado. Um manto de luz.
Mas o mais bonito é que não importa tanto a forma com que essa presença chegou.
Importa o que ela representa.
Porque às vezes, mesmo em meio à vida comum,
algo sagrado aparece — dentro da gente.
É quando o silêncio se enche de sentido.
Quando, mesmo sem respostas, sentimos um acolhimento invisível.
Uma voz sem som que sussurra: segue.
Você não está só.
A aparição, então, vai além do milagre antigo.
Ela vira metáfora.
Ela nos lembra que o cuidado do invisível nos encontra —
nas dúvidas, nas perdas, nas pausas.
Talvez hoje, 13 de maio, seja o momento de olhar para dentro
e perceber: a luz também pode nascer em nossos desertos.
Também podemos ter nossa Cova da Iria pessoal —
aquele ponto de encontro entre o céu e a alma.
Que essa presença, suave e cheia de amor,
apareça hoje em você.
Não como imagem, mas como paz.
Não como doutrina, mas como sentido.
E que o manto do invisível te abrace,
mesmo quando tudo parecer distante.

Por Fabricio Mattos


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